sexta-feira, 16 de setembro de 2011

A praticidade e a variedade dos papéis de papede.





"O Papel de Parede oferece inúmeras possibilidades decorativas, com a ampla combinação de cores lisas, decoradas, texturizadas e de borders coordenados.

O Papel de Parede para decoração de interiores é um revestimento que quando associado a sua praticidade, facilidade e rapidez de aplicação, totalmente sem sujeira, torna-se sem dúvida alguma a melhor opção custo/benefício para o, revestimento de paredes.

A cola que utiliza-se para a instalação dos Papéis de Parede para decoração não mancha e não possui cheiro algum.
Por que você não pinta sua casa com Papel de Parede ??
Com certeza essa é uma opção muito mais inteligente do que a utilização de tintas. Pintura nunca mais !!!

A K&G Papel de Parede tem diversas alternativas para a decoração dos ambientes de sua casa, e o melhor, sem lixa, pó, sem tinta e sem sujeira."


Sem dúvida alguma a K&G sabe do que ta falando. Hoje em dia os nossos clientes estão cada vez mais apressados, mais práticos, mais anciosos, e quanto menos sujeira e mais praticidade e rapidez na obra melhor, toda opção é válida. A variedade de cores, texturas e estampas é infinita e a qualidade do material, durabilidade e efeito estético são altíssimos, obviamente, associados ao bom senso do projetista. É um material que exige mão-de-obra especializada. Geralmente todas as lojas que trabalham com papél de parede e os prórios fabricantes, tem pessoal capacitado para que a aplicação do material seja executada com êxito, e é o tipo de material de revestimento em que o efeito estético e a uniformidade depende muito do acabamento. Não precisamos abrir mão das tradicionais tintas, afinal a manutenção de uma parede pintada é bem mais em conta que uma parede com papel. É um revestimento que aceita facilmente uma mescla de materias, dando mais leveza ao ambiente, e possibilitando o uso sem excessos.

terça-feira, 12 de julho de 2011

O cotidiano dos clientes


Qualquer designer, seja ele com uma extensa carreira ou recém-formado, sabe que não se elabora um projeto pra si, temos que agradar sempre os outros, atender sempre as necessidades dos outros e superar as espectativas depositadas em nós. Pra isso, são várias as possibilidades de passar por essa fase de uma forma tranquila, sem ter que viver a vida de ninguém pra saber o que ele realmente precisa, e entre esses, o BRIEFING é a melhor solução. É simplesmente uma espécie de resumo, contando o cotidiano do cliente, o que ele faz, o que ele gosta, sobre a família, sobre o trabalho, amigos e hobbies. Pra fazer um briefing eu não preciso "espionar", não preciso passar o dia com o cliente, como aprendemos teoricamente na faculdade, basta uma conversa, uma conversa ATENTA, sem deixar escapar nada, pois todo detalhe é muito importante, e é com esse feeling que percebemos o que o cliente pode ou não gostar. Não se trata de uma medida definitiva, pois dificilmente um projeto sai exatamente igual à primeira idéia apresentada. É apenas uma medida inicial, para tomarmos um norte de como seguirmos com o projeto, por onde começar, o que fazer, e em cima disso elaborar um bom conceito e partido, que pode ser adotado também como a "temática" do projeto, que vai facilitar a escolha de materiais, mobiliário, ergonomia do espaço, dentre outros pontos fundamentais do projeto. Um briefing não te limita, ele não determina o que se pode ou não fazer, ele só te dá um rumo. A capacidade de persuasão é que vai te fazer entrar fundo no interese real do cliente, e assim, transformá-lo em mais contrato fechado e mais um cliente satisfeito.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Design Contemporâneo








Particularmente, não existe nada mais medíocre do que o óbvio. Mas, não podemos descartar as várias possibilidades existentes dentro desse mundo maravilhosos, que é o design, já que a flexibilidade é um pré-requisito para seguir na profissão. Mas se pararmos para pensar, é muito mais interessante instigar a vontade de entender, de conhecer, do que mostrar as respostas. Não tem perspectiva, não tem mistério algum, não tem encanto. É simplesmente aquilo e pronto. É onde entra o contemporâneo. É nessa hora que essa vertente se opõe à toda objetividade que nos cerca. Fazer com que alguém leia onde não existem palavras. Porém, o contemporâneo está além do moderno, e o conceito que temos de moderno hoje, é a própria praticidade, o objetivismo, o "clean". É possível isso? Sim, é possível. Tão possível que existem as temáticas projetuais, tão possível que existe o "emotion design", tão possível que existe a possibilidade de tocar os sentimentos das pessoas na hora em que ela entra na sala de casa, ou no quarto. Não confundamos nunca o contemporâneo com o High-Tec, pois está mais ligado à sensações, sentimentos e perspicácia do que à tecnologia. Ouvir, olhar, sentir...tudo está interligado em uma enorme cadeia de uma simples interpretação, que varia a cada olhar. Um mesmo ponto que pode instigar várias leituras em diferentes pontos de vista.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Variedade de estilos




Atualmente não podemos nos limitar à um modo único de ver as coisas. Vivemos agora numa era em que tudo se mistura, tudo se comunica e nós, designers, com as nossas mentes abertas, ao menos é o que deveria ser, transitamos, vamos e voltamos, subimos e descemos pelas vertentes culturais mundiais, e o melhor; buscamos em cada um dos quatro cantos, algo para encrementar nosso “portifólio”, e assim, abrir uma grande vantagem em termos de informação e cultura.
No Brasil temos grandes nomes no meio do design e da arquitetura. Nomes fortes que têm estilos peculiares, mas capazes de fugir dos seus conceitos para atender às necessidades dos seus clientes. A grande marca do design nordestino é o Design Regional, que abrange a cultura nordestina, os hábitos e a história da região. Materiais rústicos, tons terrosos, projetos que valorizam a nossa maravilhosa luz natural dentro outras características. Porém, com toda aquela história de comunicação cultural, o design nordestino sofre influencias exteriores e até nacionais, com a elegância do branco, que pode estar presente em qualquer bom projeto, e o minimalismo, que a cada dia que passa está mais interado ao nosso meio.
No restante do país, no sul por exemplo, a maior influência é européia, que traz em seus projetos a sofiticação impecável, mesclando com o aconchego da decoração brasileira, que tem cara de “casa da gente” em qualquer ambiente.
Todos nós, escritores e leitores somos pessoas esclarecidas e sabemos lidar com as diferenças. Somos capazes de projetar qualquer ambiente pra qualquer tipo de cliente, seja ele brega, descolado, clássico, autêntico ou sem nenhuma noção de estilo. Só precisamos usar a persuasão para convencer o cliente a usar materiais de bom gosto e que se adeque ao seu modo de vida e cultura. Que esteja em equilíbrio com o bom gosto e a forma de pensamento, para que não haja conflito entre quem entende do assunto e um leigo.
Esta profissão está cada vez mais ampla, os designers estão cada vez mais internacionais, e como vamos trabalhar fora, num país desconhecido se não buscamos conhecer, viver com as pessoas, viver a cultura, estudar? Não é suficiente conhecer materiais, precisamos conhecer pessoas, climas e rotinas. Um designer não termina de estudar quando acaba a faculdade, ele termina de estudar quando para de trabalhar.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Conceito de projeto



“Ah, fazer um projeto é muito fácil! Basta usar bons materias, móveis e adornos de bom gosto.”

Será que é só isso mesmo? Será que alguém que procura um Designer de Interiores quer só bons materias e adornos bonitos? Mas isso qualquer um sabe fazer. Ter bom gosto é muito comum, e felizmente, para o bem da classe profissional, isso não é suficiente para elaborar um bom projeto. Para explicar de uma forma mais lúdica, somos procurados para realizar sonhos, atender necessidades individuais e familiares. Nossos clientes depositam em nós a confiança e a esperança de que no final eles vão obter o resultado tão esperado, aquilo que foi pensado, desejado por todos, e o melhor, será algo exclusivo, ninguém vai ter nada igual. De uma forma mais técnica, estamos proporcionando espaço, flexibilidade, praticidade e efeito estético. Ou seja, não dá para apenas ter o senso de bom gosto. Temos que ter técnica, temos que ver e rever valores, precisamos questionar desde preços à ética. Como todo bom profissional, o objetivo de um designer é atingir o “ponto G” do cliente, satisfazê-lo em todos os sentidos, e mesmo sabendo que nem sempre isso é possível, é disso que devemos correr atrás. Estudar, pesquisar, vivenciar o ambiente, estar presente nas situações nas quais o projeto deverá interferir. Tudo isso abre um leque de opções na hora de pensar no que usar, como usar e por que usar. Finalizando, a melhor forma de se obter um bom projeto, é ser o próprio projeto, sentir o problema e buscar a solução dentro dele.

Apresentação do blog.





Olá meus queridos futuros leitores. Futuros sim, pois ainda não tenho nenhum já que ainda estou na minha primeira postagem, mas vamos ao que interessa. Sou um estudante de design de interiores, mas já atuo a algum tempo na área como projetista de móveis em uma marcenaria de móvel classe A, e também já tenho meus clientes pela cidade e alguns no interior do estado (Ceará). Há muito tempo tenho vontade de criar um blog informativo, com citações, informações sobre materias e situações da área a que se designa o blog; o design e a arquitetura. Nós, profissionais da área, estamos em uma boa posição na escala social. Afinal é uma profissão que proporciona status, mas, como qualquer outra profissão, não deve ser seguida por dinheiro ou por conquistas materiais que ela possa proporcionar, e sim por amor ao que se propõe a fazer. Ter um “feeling” diferente para o que é belo, ser autêntico o suficiente para determinar um estilo, flexibilidade para caminhar por todas as vertentes e ter senso de praticidade. Além do bom gosto, claro, estes são os pré-requisitos para ser um designer de sucesso, e seguindo esta base, o blog suprirá a necessidade de informação dos meus queridos futuros leitores.