

“Ah, fazer um projeto é muito fácil! Basta usar bons materias, móveis e adornos de bom gosto.”
Será que é só isso mesmo? Será que alguém que procura um Designer de Interiores quer só bons materias e adornos bonitos? Mas isso qualquer um sabe fazer. Ter bom gosto é muito comum, e felizmente, para o bem da classe profissional, isso não é suficiente para elaborar um bom projeto. Para explicar de uma forma mais lúdica, somos procurados para realizar sonhos, atender necessidades individuais e familiares. Nossos clientes depositam em nós a confiança e a esperança de que no final eles vão obter o resultado tão esperado, aquilo que foi pensado, desejado por todos, e o melhor, será algo exclusivo, ninguém vai ter nada igual. De uma forma mais técnica, estamos proporcionando espaço, flexibilidade, praticidade e efeito estético. Ou seja, não dá para apenas ter o senso de bom gosto. Temos que ter técnica, temos que ver e rever valores, precisamos questionar desde preços à ética. Como todo bom profissional, o objetivo de um designer é atingir o “ponto G” do cliente, satisfazê-lo em todos os sentidos, e mesmo sabendo que nem sempre isso é possível, é disso que devemos correr atrás. Estudar, pesquisar, vivenciar o ambiente, estar presente nas situações nas quais o projeto deverá interferir. Tudo isso abre um leque de opções na hora de pensar no que usar, como usar e por que usar. Finalizando, a melhor forma de se obter um bom projeto, é ser o próprio projeto, sentir o problema e buscar a solução dentro dele.
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